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Tratamento de Gengivas em Aveiro

Tratamento de Gengivas em Aveiro

Gengivas que sangram ao escovar, vermelhas, inchadas ou retraídas são sinal de que algo não está bem. A doença das gengivas é uma das principais causas de perda de dentes na idade adulta e, muitas vezes, é silenciosa. A Clínica Moliceiro está em Aveiro e em Oliveira do Bairro.

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O que é a doença das gengivas

A doença periodontal é uma infecção das gengivas e dos tecidos de suporte do dente, provocada por placa bacteriana que se acumula junto à linha da gengiva. Começa de forma silenciosa e, sem tratamento, evolui em fases.

Na fase inicial chama-se gengivite: a gengiva está inflamada, sangra com facilidade, mas ainda não há perda de osso. É reversível. Se não for tratada, evolui para periodontite: as bactérias avançam em profundidade, destroem o osso que segura o dente e criam bolsas periodontais. Com o tempo, os dentes ficam móveis e podem acabar por cair.

A gravidade do problema está na discrição: a maior parte da destruição acontece sem dor. Quando a pessoa sente que "algo não está bem", o osso já pode estar comprometido. Por isso o controlo regular é central.

Sinais a que deve estar atento

Se reconhece algum destes sinais, é tempo de marcar uma avaliação:

  • Gengivas que sangram ao escovar os dentes ou a usar fio dentário
  • Gengivas vermelhas, inchadas, sensíveis ou com aspecto brilhante
  • Retracção gengival: os dentes parecem mais longos do que eram
  • Mau hálito persistente que não passa só com higiene
  • Dentes com mobilidade, que parecem soltos ou que mudaram de posição
  • Abcessos na gengiva, com ou sem dor

Estes sinais não passam sozinhos. Quanto mais cedo o problema for tratado, mais simples é a solução e mais osso se preserva.

Como funciona o tratamento

O primeiro passo é uma avaliação periodontal: exame clínico, medição das bolsas com sonda periodontal em cada dente e radiografias. A partir desta informação, é classificado o estádio da doença e definido o plano de tratamento.

O tratamento base da periodontite é a raspagem e alisamento radicular, uma limpeza profunda abaixo da linha da gengiva que remove placa bacteriana e tártaro das raízes. É feito com anestesia local, habitualmente em várias sessões. Em casos avançados, pode ser indicada cirurgia periodontal para aceder melhor às raízes ou reduzir bolsas profundas.

Depois do tratamento inicial, a doença não desaparece para sempre se a higiene não for cuidada. A fase de manutenção, com consultas regulares e boa higiene em casa, é essencial para que os resultados se mantenham. A instrução de técnicas de escovagem, uso de fio e escovilhões faz parte do acompanhamento.

Gengivas e saúde do corpo

A doença periodontal não fica confinada à boca. A evidência científica mostra ligações entre a periodontite e várias condições sistémicas: diabetes (com agravamento mútuo), doenças cardiovasculares, parto pré-termo, artrite reumatóide, doença respiratória crónica e Alzheimer.

Tratar as gengivas não é uma questão cosmética: é saúde. Para quem tem diabetes ou doença cardiovascular, o cuidado periodontal é parte importante do acompanhamento global.

Orçamento

Cada caso é diferente. Para saber o valor do seu tratamento, marque uma consulta de avaliação. O valor é definido com base no diagnóstico.

Gabinete da Clínica Moliceiro Aveiro

Perguntas frequentes

A raspagem e o alisamento radicular são feitos com anestesia local na zona tratada, pelo que não se sente dor durante o procedimento. Nos dias seguintes é comum alguma sensibilidade ao frio e ligeiro desconforto nas gengivas, que passa em poucos dias. A maior parte das pessoas considera o tratamento mais tolerável do que imaginava.
Depende do estádio. A gengivite, a fase mais ligeira, é reversível: com tratamento profissional e boa higiene em casa, as gengivas voltam à saúde. A periodontite, fase avançada, não se cura no sentido estrito, porque o osso perdido não se regenera de forma espontânea, mas pode ser estabilizada: trava-se a progressão, os dentes recuperam estabilidade e a inflamação desaparece. Sem tratamento, a progressão acaba em perda de dentes.
Gengivas que sangram ao escovar ou ao passar o fio, vermelhidão, inchaço, retracção (dentes que parecem mais compridos), mau hálito persistente, sensibilidade ou dentes a mudar de posição. A maior parte da doença periodontal é silenciosa nas fases iniciais, o que torna a consulta de controlo especialmente importante.
Uma gengivite ligeira pode resolver-se em uma ou duas consultas. A periodontite moderada exige habitualmente várias sessões de raspagem e alisamento radicular, espaçadas ao longo de algumas semanas. Casos avançados podem precisar de cirurgia periodontal. Depois do tratamento inicial, é importante manter consultas de manutenção regulares.
O valor depende da complexidade do caso. Para saber o valor aplicável ao seu caso, é necessária uma consulta de avaliação.
Sim, e a relação é nos dois sentidos. A diabetes mal controlada aumenta o risco e a gravidade da doença periodontal. Em sentido inverso, a periodontite activa torna mais difícil o controlo da glicémia. O mesmo cuidado é relevante em situações como doença cardiovascular ou gravidez.
Sim. Nas 24 horas seguintes à raspagem, é recomendável evitar alimentos muito quentes, picantes ou duros. A higiene deve ser feita com cuidado na zona tratada nos primeiros dias. A partir daí, retoma-se a rotina normal. A diferença principal passa a estar na manutenção: fio dentário, escovagem cuidada e consultas regulares são o que impede a doença de voltar.

Se as gengivas sangram ou estão retraídas, marque uma avaliação. Quanto mais cedo tratar, mais osso preserva.

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